Como vai funcionar
Os frigoríficos que exportam carne bovina para a União Européia (UE) terão de adquirir, a partir de julho, apenas animais de propriedades onde todo o gado é rastreado individualmente. Destino de mais de 40% das vendas brasileiras do produto, a UE está fazendo essa exigência para garantir o cumprimento de requisitos sanitários, como um rebanho livre de aftosa e de vaca louca.
Durante a oficialização das certificadoras o ministro Pratini disse que o Brasil é um dos maiores produtores concorrentes do setor carnes no mercado mundial e garantiu que o país, num prazo de quatro a cinco anos, deverá ser o maior exportador mundial de carne.
O objetivo do Ministério da Agricultura é ter todo o rebanho brasileiro, cerca de 160 milhões de cabeças, inscrito no Sisbov até dezembro de 2007. Para o ministro Pratini, apesar de atender a uma exigência internacional o sistema de identificação e rastreabilidade de todo o processo de produção da carne deverá primeiro beneficiar o mercado interno que consome 80% da produção nacional. Falou também que o rastreamento da produção deverá garantir qualidade ao produto e também melhor controle sanitário do rebanho.





