O sistema é composto por três caixas de cimento amianto ou fibra de vidro de 1.000 litros cada. A primeira delas é conectada à tubulação do vaso sanitário e recebe o reforço da segunda caixa no depósito dos dejetos. A terceira caixa (6) coleta o efluente (adubo orgânico). As caixas (A - B - C) são ligadas por tubos de conexão de PVC de 4'', com curvas de 90º longas (3) no interior das caixas e T de inspeção (4) para desentupir, se necessário.
Inicialmente, a primeira caixa é carregada com a mistura de água e esterco fresco bovino (10 litros de cada). A cada 30 dias essa mesma quantidade de mistura deve reabastecer o sistema, através da válvula de retenção (1).
As caixas devem ser enterradas e, para manter o isolamento térmico, recomenda-se a aplicação de neutrol na parte externa das caixas e das tampas. Os tubos e conexões devem ser vedados na junção com a caixa com cola de silicone. As tampas são vedadas com borracha (porta de automóvel), coladas nas bordas das tampas também com cola de silicone.
O sistema consta ainda de duas chaminés de alívio de gases (2) colocadas sobre as duas primeiras caixas. Na composição das chaminés usa-se um CAP de 25mm de diâmetro, conectado a uma tubulação de igual calibre, ligados à tampa das caixas por meio de flange de 25mm. O CAP deve conter quatro furos de 2mm (2) para dar vasão aos gases formados na biodigestão. Este dispositivo é imprescindível para a segurança do sistema.
A coleta do efluente é feita por um registro de esfera de 50mm (7) instalado na caixa coletora (6). Se a caixa C (efluente) encher em um período menor que 20 dias deve-se acrescentar mais uma caixa para completar a fermentação.

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