O tratamento dos resíduos é feito pelo processo de fotólise, no qual lâmpadas capazes de gerar radiação na faixa do ultravioleta-visível bombardeiam a solução inserida dentro de uma câmara cilíndrica feita em aço inoxidável, levando a fotodegradação de restos de pesticidas presentes na água. Fora da câmara, um reservatório de 10 litros abastece o sistema e uma pequena bomba d'água faz com que a solução circule pelo fotorreator-reservatório numa vazão de até 50 litros por hora.

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