Há quatro anos lutando contra as formigas o agropecuarista Acrídio Maria Castilho, 57 anos, afirma que não é possível dar trégua para as inimigas. Ele lembra que as saúvas começaram a se instalar lenta e silenciosamente em alguns pontos dos 42 alqueires ocupados com pastagem para o gado leiteiro. Além de cortar o pasto, elas danificam ramos dos pés de mandioca e amora existentes na propriedade.
Como Castilho já conhecia as formas de combate, optou pelas iscas granuladas para atacar as inimigas. Para manter o problema sobre controle ele relata que sempre vistoria a propriedade. '' Nunca descuidei. Se você bobear elas vão se espalhando pela propriedade. Ando pelo campo com um saquinho de isca granulada'', relata.
Ao contrário de Castilho, agricultores Dulce Lopes Costa, 55 anos, e Romildo Costa, 56 anos, nunca tentaram controlar a invasão das saúvas na propriedade deles. ''Não sabia como agir contra as formigas'', justifica ele. Dulce afirma que as formigas apareceram na propriedade há cerca de três anos, mesmo assim, garante que ainda não represetam um ''grande problema''.
Depois de participaram do dia de campo sobre formigas cortadeiras o casal de agricultores pretende analisar os custos de cada uma das formas de controle das saúvas e começar o combate, planeja Costa. (J.W.)

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