Combate custa caro ao meio ambiente
Atualmente as saúvas são combatidas com os venenos mais tóxicos e ambientalmente persistentes, disponíveis no mercado: os organofosforados. Em algumas localidades utiliza-se até agrotóxicos proibidos, da classe dos organoclorados. A agricultura brasileira consome anualmente cerca de 25 mil toneladas de formicidas químicos, que movimentam cerca de US$ 100 milhões.
Os principais formicidas para cortadeiras disponíveis no mercado brasileiro são as iscas granuladas, que representam 70% do mercado, o equivalente a 18 mil toneladas anuais ou US$ 70 milhões. O pó seco aplicado por bombeamento dentro do formigueiro responde por 20% das vendas.
Outras formulações, como os produtos líquidos e os formicidas termonebulizáveis, representam 10% do mercado de formicidas. Uma das críticas aos defensivos químicos é que eles agem sobre qualquer inseto, além de serem danosos ao meio ambiente e à saúde. (C.C.)





