Certificador só vê vantagens
O programa de rastreabilidade, de acordo Henrique Victorelli, do Instituto Gênesis, aprovado como empresa certificadora da carne, tem todo um cronograma a ser seguido e deve ser implantado aos poucos para que toda a cadeia produtiva se organize. Todo o trabalho, segundo ele, deve ser encarado como mais uma ferramenta não só para aumentar exportação, mas para garantir qualidade no mercado interno, conquista de novos consumidores e também como forma de gerenciar melhor a pecuária.
O trabalho agora, avisa Victorelli, deverá começar bem antes, na fazenda, desde o nascimento do animal, com informações sobre o manejo alimentar e sanitário, até que esse animal seja enviado ao abate.
Segundo Victorelli, muitos de seus clientes, empresários que têm propriedades rurais, já estão adotando identificação de animais, coleta de dados e rastreamento da produção como uma forma de auditoria independente de seus negócios e para corrigir erros no gerenciamento das propriedades.
De acordo com o cronograma estipulado pelo Ministério da Agricultura, além de adotar a rastreabilidade para exportar para a União Européia agora em julho, até dezembro de 2003 toda a carne brasileira vendida para o mercado internacional deverá estar no rastreamento. Em 2005 vence o prazo para implantar a rastreabilidade em todos os Estados brasileiros livres de febre aftosa e, em 2007, a meta é que todo o rebanho esteja dentro do processo.





