CARTA
Apicultor de primeira viagem
Marinheiro de primeira viagem, gostaria de utilizar o potencial da minha nova propriedade, na região de Ortigueira, para implantar apicultura. Mas, em primeiro lugar, devo saber como apurar se a vegetação da região é ou não isenta de contaminantes, principalmente produtos químicos usados nas lavouras da região. E como saber que plantas são ou não apropriadas para fornecer tudo que as abelhas precisam para trabalhar e produzir.
César A.S.Zafanni
Ivaiporã
Resposta: A Folha Rural procurou as respostas junto ao presidente da Associação Paranaense de Apicultura (APA), Sebastião R. Gonzaga.
Ele alerta, em primeiro lugar, que as pessoas, antes de começarem a investir na atividade, tenham um conhimento mínimo. Às vezes - exemplifica - a pessoa está cheia de boas idéias mas é alérgica a picadas de abelhas. Embora inofensiva, o fato é que para alguma pessoas (alérgicas) a picada pode representar um choque anafilático.
É imprescindível que os interessados em implantar um apiário façam um curso. Gonzaga, que é professor, sugere os cursos do SENAR (ver calendários nos Centros de Treinamentos Agropecuários (CTAs) de Ibiporã ou Assis Chateaubriand. Os cursos têm custo zero.
Alguns comentários: A região onde o senhor pretende criar abelhas (Ortigueira) pode ser adequada. É bom que fique distante da agricultura mecanizada que usa agroquímicos. Evite, portanto as planíceis. Os grotões e terrenos motanhosos são, geralmente apropriados.
Para mais informações entre em contato com a Associação Paranaense de Apicultura (APA): rua Mário Beraldi, 380 Bairro Santa Cândida, Cep 8249 0650, Curitiba. Telefone (41)256-0504
Sobre as sugestões de Sebastião R. Gonzaga para cursos: Em Assis Chateaubriand: e-mail: [email protected] - telefone (44) 528-4213. Em Ibiporã: e-mail: [email protected] - telefone (43) 258-2533.





