CARTA - Erva-mate
Na última Folha Rural, do dia 19 de agosto, o tema de capa foi a erva-mate no Paraná. Devo dizer que a reportagem ficou bem informativa e interessante, pois, além de nos informar sobre dados técnicos (exportação, produção), mostrou técnicas e inovações de manejos, fatores climáticos e outras curiosidades.
Lendo na íntegra, obtive a informação que, no Brasil, a erva-mate é utilizada, principalmente para o consumo de chimarrão. O que não deixa de ser verdade.
Porém, o que tenho percebido no Paraná (estado que tem a erva-mate como parte do ciclo histórico-econômico) é que o tereré (bebida parecida com o chimarrão, tendo diferença pelo fato das folhas serem menos moídas e que se toma gelado) tem boa representatividade no consumo.
Trazida do Paraguai e do Mato Grosso, o costume de tomar tereré, tem se tornado ''moda'' nos grupos de jovens, principalmente universitários. Na cidade de Maringá, a cada quarteirão que você passa, tem um grupo de amigos apreciando a bebida gelada feita por erva-mate.
Por fim, creio que seja persistente o assunto, e quem sabe até uma matéria divulgando esse hábito, que tem feito com que as vendas de erva-mate para tereré crescessem de maneira substancial em diversas redes de mercados (25% perdendo apenas para o chimarrão que tem 35%).
Outro assunto interessante que envolve o consumo de bebidas, quentes ou geladas, que seja composta por erva-mate, é a impotência sexual. Corre à lenda de que o consumo em excesso afeta nas funções erétil dos homens.
Wilame do Prado Elias, 20 anos, é estudante de Jornalismo-Cesumar, redator da empresa Claudia Comunicações e Eventos e leitor da Folha de Londrina





