Durante a captura, as alunas aprenderam a identificar os locais de formação de colméias naturais e como transportar os favos para um novo ninho. O equipamento necessário para a captura envolve roupa protetora, ninho (caixa de madeira onde são acomodados os favos), caxilhos, elásticos e faca para cortar os favos. A coleta deve ser feita durante o dia.
A instrutora Fabíola Jazar explica que depois de identificados, os favos são cortados e presos nos caxilhos com a ajuda de elásticos. Em seguida, são guardados no ninho, junto com as abelhas. ''É importante limpar a antiga colméia para que as abelhas não voltem a se reunir no local'', ressaltou. Favos sem crias são guardados a parte para aproveitamento do mel e fabricação de cera alveolada.
Depois de montado, o novo ninho é posicionado no mesmo local da antiga colméia para que as abelhas campeiras - que passaram o dia trabalhando - retornem ao enxame. ''Com a captura é possível reunir uma quantidade maior de abelhas do que com a armação de iscas'', apontou Fabíola. Segundo ela, a técnica também é econômica. ''Um enxame pronto pode custar até R$ 150'', calculou. (M.G.)

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