Tony Sato, produtor no município de Ventania, região dos Campos Gerais, participou do 7º Dia de Campo da Vilela para conhecer as novidades do setor. Ele afirma que depois que começou a adotar materiais de alta tecnologia obteve um controle considerável de pragas e doenças em sua lavoura. Segundo ele, quando utilizava variedades comuns de grãos gastava muito com defensivos agrícolas. "Só no plantio de milho convencional, por exemplo, eu realizava em torno de cinco aplicações por ciclo", declara.
Hoje, Sato utiliza variedades de milho híbrido. Com o apoio dessas novas tecnologias, ele reduziu para uma só a aplicação de defensivo por safra. O agricultor explica que a diferença de custo de um bag (saco utilizado para carregamento de produto a granel) com 60 mil sementes transgênicas em relação à convencional é de R$ 200. Segundo ele, o valor a mais pago pela tecnologia vale a pena porque ele economiza nos defensivos e, além disso, ganha em produtividade.
Nesta sétima edição do evento, Sato foi com o objetivo específico de buscar novidades no segmento da soja. "A minha produção ainda está muito baixa, por isso vim ao dia de campo para buscar apoio técnico", salienta o agricultor. Nesta safra, em uma área aproximada de 136 hectares, ele espera uma produtividade de 3,5 mil quilos por hectare, 500 quilos a mais se comparado ao ciclo 2011/12. "Hoje a Vilela nos oferece oportunidades para nos aperfeiçoarmos na produção", completa o produtor.
Adair Godoy, agricultor na região de Santa Amélia, aproveitou a semana para conhecer no Dia de Campo novas variedades de sementes de soja e milho. "Esse tipo de evento é muito importante para solucionar dúvidas, principalmente sobre as variedades de soja RR", afirma. Godoy completa que a tecnologia atua principalmente no aumento da sua produtividade. Neste ciclo, em uma área de 200 hectares de soja, ele espera colher 60 sacas por hectare. "Para tentar atingir esse número, investi em adubação e aplicação de defensivos contra fungos e ervas daninhas", explica.(R.M.)

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