A Estrada de Cabaraquara já está sendo chamada de Caminho das Ostras por concentrar quiosques mantidos pelos produtores, como é o caso do Sambaqui e do Ostra Viva. Nereu Oliveira conta que a Aguamar em parceria com o projeto Cultimar, da Universidade Federal do Paraná, aplicou cursos de boas práticas de cozinha, atendimento e manejo de pescado, à população da região. O objetivo foi melhorar a mão-de-obra e abrir postos de trabalho.
O Cultimar também faz análise sanitária da água em que as ostras ficam para a engorda a cada 15 dias. Os criatórios aprovados são certificados e recebem documentação comprobatória. ''A fiscalização é uma segurança ao consumidor e um diferencial na qualidade da ostra parananense'', comemora Oliveira.
Segundo Belém, ao comprar a ostra é importante que o produto tenha a certificação, mas ao levar para casa, o consumidor deve mantê-la na geladeira, mas em baixa temperatura para que as conchas não abram. ''Quando a concha abre, tem que comer na hora. Caso contrário, pode estragar'', ensina. (C.P.)

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