Entre as medidas anunciadas pelo secretário está o cadastramento, via aparelho de GPS, de todos os estabelecimentos agrícolas estaduais com mais de 400 aves até o final deste ano. ''Desta forma animais suspeitos podem ser isolados, evitando o risco de propagação de doenças'', informa Pessuti.
Outra ação imediata é a criação de um Grupo de Atendimento Emergencial que será treinado, a partir deste mês, para agir com rapidez em caso de suspeitas de enfermidades. ''No total serão realizados seis treinamentos ao custo de R$ 40 mil cada'', calcula o secretário.
A criação de 10 corredores sanitários, com postos de fiscalização fixos para garantir o trânsito de cargas em situação de emergência, também é uma das medidas da regionalização. De acordo com Pessuti, foram designadas 20 unidades veterinárias para enfatizar a sanidade avícola em cada um dos núcleos da Seab no Paraná.
O secretário anunciou ainda a criação de uma rede de competência em Medicina Veterinária, que irá integrar os laboratórios da Universidade Estadual de Londrina - que sedia o Centro de Investigação em Medicina Aviária do Paraná (UEL/Cimapar) -, Universidade Estadual de Maringá (UEM), Unicentro (Guarapuava) e Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Para garantir o cumprimento das metas e prazos do programa, o governo irá organizar uma equipe de auditoria. Outra proposta será a criação de um fundo para ampliar a capacidade de indenização dos plantéis sacrificados em caso do surgimento de problemas sanitários. (M.G.)

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