O restante da colheita (55%), ou 348,56 milhões toneladas, vai para a produção de etanol, o que deve gerar 9,13 bilhões de litros de combustível do tipo anidro (misturado à gasolina) e 18,68 bilhões de litros do hidratado (vendido nas bombas). Isso significa, respectivamente, uma redução de 9,30% e um aumento de 12,41%. No total, serão 27,80 bilhões de litros, ou 4,22% a mais que os 26,68 bilhões de litros da temporada passada. A maior parte das usinas brasileiras são do tipo mista, capazes de produzir tanto álcool quanto açúcar, o que permite ao setor optar pela produção de um ou de outro, como explica o superintendente de Informações do Agronegócio da Conab, Airton Camargo. Segundo ele, o bom preço no mercado internacional tem levado as indústrias a decidirem pela fabricação do alimento.

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