Biotecnologia melhora a qualidade da safra
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 01 de abril de 2009
Maria Antonieta Toledo<br>Especial para a FOLHA 
O produtor do século XXI tem que estar antenado às inovações na área da biotecnologia para poder usufruir todas as vantagens advindas com o seu desenvolvimento, que tem como foco a qualidade da produção, aumento da rentabilidade e redução dos impactos ambientais. Para suprir essa lacuna informacional e elevar o conhecimento do produtor do Paraná e Mato Grosso do Sul ao nível dos produtores dos países desenvolvidos, a Agro100 há mais de treze anos oferece as últimas inovações tecnológicas aplicadas ao campo, seja no fornecimento de sementes, bem como em defensivos agrícolas e fertilizantes.
Conforme explica o gerente de estratégia de negócios, Roberto Gajardoni, a Agro100 é pioneira na comercialização de milho YieldGard uma variação transgênica tolerante a pragas. Este é o primeiro ano que trabalhamos com esse evento de biotecnologia em sementes de milho e os resultados têm sido altamente favoráveis. Produtores que fizeram o primeiro plantio já nos procuram para adquirir mais sementes, exalta Gajardoni.
O Brasil encontra-se com dez anos de defasagem no plantio de milho transgênico em relação aos Estados Unidos. Para suprir essa lacuna, a empresa conta com mais de 45 engenheiros agrônomos e técnicos trabalhando no campo, principalmente na orientação dos agricultores sobre as inovações biotecnológicas do setor. Ajudamos a desvendar esse novo cenário agrícola, sempre mostrando os benefícios em termos ambientais e de produtividade, comenta o gerente.
Além da maior produtividade e qualidade dos grãos, a cultura de milho transgênico pode chegar à colheita com um menor número de aplicações ou até sem que seja feita nenhuma aplicação de defensivos para controle de lagartas, enquanto a semente comum demanda de três a quatro aplicações. Isso representa um enorme ganho financeiro e ambiental, ressalta Gajardoni.


