Biosseguridade: resultados econômicos e sociais
Amarrando os feixes que fortalecem a avicultura paranaense a atenção com um programa de biosseguridade, no momento, oferece condições do plantel do estado se manter livre de contaminações.
O chefe da Seção de Sanidade Avícola da Divisão de Defesa Animal da Secretaria Estadual de Agricultura e Pecuária (Seab), o veterniário Odilon Douat Batista, destaca que o Paraná iniciou, em 1973, programas de sanidade, o que permitiu que a avicultura passasse a ter uma grande importância econômica e social.
''Podemos dizer que, desde 1977, o Paraná já executava algumas medidas'', ressalta Douat, contrapondo o pioneirismo ao Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA), portaria federal, que somente foi publicada em 1994.
Em 2005, o Paraná realizou 6 mil testes de Newcastle, declarando o estado livre da doença.
O pandemônio mundial de preocupação com a influenza aviária fez com que, este ano, 2 mil novos exames fossem realizados para o combate da doença e da newcastle.
Ao investir cerca de R$ 160 mil na adequação de um laboratório na UEL, que será o único no Estado a ser credenciado para testes de influenza aviária - atualmente, no País, o exame é realizado somente em Campinas (SP) - o Paraná ampliará o poder de eficácia do Plano de Contingência para a Influenza Aviária e Doença de Newcastle. (F.L.)





