O associativismo é o melhor caminho para produtores comerciais entrarem em contato com as tecnologias relativas à reprodução e melhoramento genético de orquídeas. A opinião é do produtor Henry Kaoro Suzuki, sócio-convidado da Associação de Floricultores da Via Dutra. Proprietário de cinco mil metros quadrados de estufas em Santa Cruz do Rio Pardo (SP), ele informou que a entidade foi fundada para facilitar o acesso dos associados ao suporte técnico, além de proporcionar a troca de experiências.
Para Suzuki, a disseminação de novas técnicas de reprodução e o surgimento de variedades híbridas é benéfica para todos os produtores. ''A oferta de plantas com melhor qualidade desperta o interesse dos consumidores e expande o mercado'', acredita ele, que vende suas flores para o Ceasa de São Paulo. O floricultor comentou que o mercado de orquídeas é mais promissor que o das outras espécies porque a pesquisa apresenta novos produtos com frequência.
Existente há 10 anos, a associação reúne 78 sócios e é promotora da Expoflord, que se realiza em Arujá (SP) até dia 9 de setembro. O evento se expandirá para Londrina durante o Festival de Orquídeas. ''A Exploflord é a segunda maior feira de flores do Brasil'', disse. (C.A.)

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