Assistência garante qualidade e tecnificação
As boas perspectivas para o agronegócio em 2010 abrem possibilidades não somente para trabalhadores rurais e da agroindústria. A busca pela profissionalização que resulta em desempenho é um dos campos de trabalho para agrônomos, técnicos agrícolas e zootecnistas, cuja atribuição é prestar assistência técnica aos produtores.
No Paraná, de acordo com o Conselho Regional de Engenharia, Agronomia e Arquitetura (Crea) existe um contingente de 1,2 mil agrônonos e 4 mil técnicos agrícolas. ''O profissional habilitado é que vai garantir condições para atender a agricultura cada vez mais tecnificada'', diz Álvaro Cabrini Júnior, presidente do conselho profissional paranaense.
Segundo Cabrini, tanto o agronegócio quanto a agricultura familiar necessitam da profissionalização. ''Este é o século do Brasil em todos os sentidos'', diz, ao argumentar que os clientes externos exigem qualidade dos produtos brasileiros, com relação também os modos de produção.
Cabrini afirma que profissionais atuam na assistência técnica pública e particular. Além disso, duas entidades de classe ligadas ao conselho vão desenvolver programas que podem ser beneficiados com a Política e o Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária (ATER), instituída este ano: o Campo Fácil implantado em Cascavel e Irati pela Associação Regional dos Engenheiros Agrônomos dos dois municípios. Em Cascavel, um acordo firmado entre o conselho, a Prefeitura e a associação tem como foco facilitar acesso dos pequenos produtores ao crédito rural. (R.C.)





