Planta bastante popular, conhecida também como chamarrita, cambará-branco e cambará-guaçu. É originária do Brasil, encontrada nos Estados da Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná e São Paulo. Suas folhas podem ser utilizadas frescas ou secas, principalmente, no combate a tosses, bronquites e gripes. Cresce em forma de arbusto e pode atingir até 3 metros de altura.
CultivoSua reprodução se dá pelos frutos-sementes, espontaneamente, em solos pouco férteis, pastagens, terrenos baldios e beiras de estradas. A inflorescência ocorre no início do inverno, época em que o vegetal começa a morrer. As folhas são alternadas, ásperas, de cor verde-escura na parte superior e lisas de cor verde-clara na parte inferior.
IndicaçõesPara tosses rebeldes, bronquites e gripes, recomenda-se fazer o chá com 1 colher de folhas bem picadas para 1 xícara de chá. Abafe por 10 minutos e coe. Tomar uma xícara (chá) de 1 a 3 vezes ao dia, podendo ser adoçado com mel.
Como diurético e eliminador de cálculos renais, coloque 3 colheres (sopa) de folhas picadas em pedaços pequenos em 1 litro de água em fervura. Desligue o fogo, espere amornar e coe. Coloque em uma garrafa térmica e tome durante todo o dia até às 17h . É indicada ainda para afecções de pele, dores musculares e reumatismo. Para este uso coloque 3 colheres (sopa) de folhas frescas fatiadas em um pilão e amasse bem até adquirir consistência de pasta. Espalhe em um pano ou gaze e aplique no local afetado, 2 vezes ao dia, deixando agir por duas horas.
Outros usosÉ uma planta bastante melífera, sendo muito procurada pelas abelhas produtoras de mel, na época de sua inflorescência. Uma curiosidade é que o assa-peixe, apesar de ser frequente em áreas de pastegms, é refugada pelos animais.
Fontes‘‘Plantas que curam’’, de Sylvio Panizza;
‘‘Plantas medicinais’’, publicação do Grupos Entre Folhas da Universidade Federal de Viçosa (MG), com divulgação através do CD-room ‘‘Plantas Medicinais’’, produzido pela Agromídia Software Empresa de Incubadora de Base Tecnológica da Universidade Federal de Viçosa (MG).
Outras informações e sugestões pelo telefone (operadora) 43-374-2118, com Cristina Côrtes; pelo fax 43-339-1412 ou e-mail [email protected]

mockup