Com investimentos em tecnologia de ponta e uma assistência técnica eficiente é possível obter bons resultados nas culturas de inverno, trigo e milho, mesmo em safra com clima desfavorável, como a deste ano.
Esta observação foi feita pelo engenheiro agrônomo Carlos Gajardoni, da Syngenta, após análise dos resultados da produtividade em duas lavouras da região, a de Lincon Makuta, de São Sebastião da Amoreira, e a de Sérgio Nakayama, de Assaí.
Lincon Makuta conseguiu uma produtividade em milho de 97 sacas/hectare (235 sacas/alqueire) em área de 100 alqueires, com uma rentabilidade de 60 sacas/hactare (146 sacas/alqueire).
Sérgio Nakayama, de Assai, colheu 89 sacas/ha (215/sacas/alqueire). Deduzidos os custos de produção, a rentabilidade foi de 68 saca/ha (164 sacas/alqueire).
O assunto foi discutido em dia de campo (''tour rural'') realizado nas duas fazendas. O tour rural foi organizado pelos parceiros Syngenta Proteção de Cultivos, Syngenta Seeds e Ponto Rural. O objetivo foi demonstrar aos produtores que o uso da boa técnica é compensador.
A conclusão dos técnicos: Na propriedade de Lincon Makuta, em São Sebastião da Amoreira, foi realizada colheita em 540 m2 e a produtividade apurada foi de 91 sacas/hectare, com resultado final de colheita na ordem de 97 sacas/ha ou 235 sacas/alqueire na área total colhida de 100 alqueires. Analisando os custos de produção de Makuta, com base em R$ 14,00/saca, os técnicos da Syngenta e o agricultor chegaram a 37 sacas/ha ou 89 sacas/alqueire (excluindo-se os custos operacionais) com uma rentabilidade de 60 sacas/ha ou 146 sacas/alqueire. Na safrinha anterior (2001), com tecnologia de produção, híbridos e assistência semelhantes, aprodutividade foi de 128 sacas/ha ou 310 sacas/alqueire, alcançando uma rentabilidade de 221 sacas/alqueire (aplicando o custo de 89 sacas/alqueire, levantado na safra 2002)''.
Durante o tour rural, nas duas propriedades, os convidados ouviram informações dos produtores e dos técnicos da Syngenta sobre tratamento fitossanitário e colheita e pesagem do milho safrinha.
Em Assaí, na propriedade de Sérgio Nakayama, foi realizada a colheita em 810 m2 e a produtividade alcançada foi de 89 sacas/hectare ou 215 sacas/alqueire. Os custos de produção foram apurados em 21 sacas/ha ou 51/sc/alqueire, com rentabilidade de 68 sacas/ha ou 164 sacas/alqueire.
Segundo Carlos Gajardoni, os resultados de produtividade obtidos podem ser considerados excelentes, principalmente em face das adversidades climáticas enfrentadas. Isto demonstra que a tecnologia faz a diferença.

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