A nova diretoria da Associação Brasileira de Criadores de Marchigiana (ABCM), eleita no final do ano passado, tem como um dos seus principais objetivos ‘‘tornar a marchigiana uma raça técnica’’. Ao dar essa informação, o presidente da associação, Gilson Tadashi Katayama, explicou que o desenvolvimento do plantel ‘‘estará todo embasado em experimentação científica’’, por meio da ampliação de convênios que a associação mantém com órgãos de pesquisa públicos e privados, nacionais e do Exterior.
Ele destacou pontos importantes, já comprovados cientificamente e com dados disponíveis na associação. Um deles, é a resistência dos animais a climas tropicais, por causa de sua pele preta e pelagem branca. Outro, a velocidade no ganho de peso, tornando a marchigiana ‘‘a raça de melhor conversibilidade (ração x carne) do momento.’’
Arquitetura‘‘A arquitetura da raça, hoje, já tem um novo conceito: em vez de animais altos e de linhas elegantes, estamos produzindo indivíduos de porte médio e compactos. Afinal, nosso objetivo é produzir carne’’, afirmou Katayama. O criador está fazendo cruzamentos com nelore, e esse mestiço logo estará nos rebanhos de outros Estados.

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