Animais estão habituados à rotina de coleta
O início do processo da produção dos soros segue uma rotina preestabelecida. Para a inoculação da substância ou a coleta do sangue para a prova ou sangria, os animais são levados a uma instalação previamente higienizada e presos ao tronco. Após a tricotomia (raspagem dos pêlos no local da coleta) e desinfecção, o sangue é retirado e colocado em balões de vidro com identificação do animal. Após a sangria, os animais são levados a uma mangueira para um período de observação. Como explica o biólogo, todo o material é esterilizado em autoclave.
''Os cavalos já estão habituados à rotina e geralmente seguem para o tronco com facilidade'', diz Oliveira. O administrador Antonio Soares Rodrigues coordena com precisão todo o processo, mas não se limita a obedecer as regras. ''O seu Antonio conhece e sabe identificar cada um dos 121 cavalos que temos aqui'', afirma.
O administrador afirma que sempre se interessou e trabalhou com cavalos. No começo da vida profissional dedicava-se a provas equestres de tambor, baliza e laço. Ao participar de uma competição nos Estados Unidos na década de 1980, conheceu o processo da produção de soro e quando convidado passou a trabalhar nessa área. (R.C.)





