Também conhecida como arcangélica, raiz do espírito santo, angélica do jardim e angélica da Boêmia, esta planta é originária da Europa, crescendo espontaneamente em vales e encostas. Seus princípios ativos agem no tratamento do reumatismo, artrite e dores musculares.
Características e cultivo É uma planta arbustiva de folhas grandes, verdes e largas, chegando a atingir 90 cm de altura. As folhas são cheirosas, com bordas denteadas. As flores são de cor branco-esverdeada e o fruto é pequeno e esbranquiçado. Possui sementes de sabor forte e agradável.
Apesar de ser nativa da Europa, pode ser cultivada em zonas de temperatura média.
Indicações A angélica tem as seguintes propriedades terapêuticas: é estimulante, depurativa, diurética e antidepressiva. Entre suas propriedades químicas estão as cumarinas que atuam como anticoagulantes, estrogênias, antibacterianas, espasmódicas e vasodilatadoras. O reumatismo, a artrite e as dores musculares são tratadas eficazmente com a angélica devido a seus óleos essenciais. É também estimulante do aparelho digestivo, além de atuar como sedativo da tosse, bronquite e rouquidão. Elimina gases desenvolvidos no tubo digestivo e restaura o fluxo menstrual. Trata ainda da anorexia nervosa. Rins e gota também se normalizam com o uso do chá de angélica.
O chá deve ser preparado por decocção (cozimento) de seus sementes. Usa-de 20 gramas de sementes para um litro de água. Tomar 5 xícaras de chá por dia.
Outros usos A planta é eficaz nos casos de depressão e debilidade nervosa, evitando o estresse.
Toxidade As folhas frescas são tóxicas e podem causar depressão do sistema nervoso central e não podem ser usadas por mulheres grávidas.
Fontes ‘‘ As sensacionais 50 plantas medicinais’’ volume 1
de Lelington Lobo Franco, Editora Lobo Franco Ltda.
Outras informações e sugestões com Cristina Côrtes, pelo telefone (43) 374-2118 por fax (43) 339-1412 ou e-mail [email protected]

mockup