Análise da folha revela eficácia
PUBLICAÇÃO
sábado, 13 de janeiro de 2001
Jota Oliveira De Londrina 
O pacote tecnológico que envolve a produção de soja no Brasil sugere o uso de cultivares alamente porodutivas, com boa resistência a doenças, a adoção do manejo integrado de pragas, de plantas daninhas e de fertilidade de solo, entre outras indicações.
Mesmo com todo esse aparato, alguns ganhos podem ser obtidos na observação de pequenos delhes. A análise da folha de soja é um método simples e eficaz de avaliar a eficiência da adubação.
A análisse foliar é um complemento da análise do solo e ajuda a identificar na planta carências nutricionais que comprometem a produtividade, explica Áureo Lantmann, pesquisador da área de solos da Embrapa Soja. A análise da folha é feita no início da floração, quando o botão já está formado, mas ainda não aberto.
É nessa fase que a planta expressa o máximo de seu estado nutricional. Devem ser coletadas a terceira ou quarta trifolhada, contada de cima para baixo. A coleta deve ser feita em dia de pouca umidade, com no máximo 20% da lavoura florida, orienta Lantmann.
As amostras devem ser colocadas em sacos de papel com furos, para ventilação, e enviadas o mais rapidamente para laboratórios de análise de tecido e solo. A interpretação do resultado revela o nível de absorção de macro e micronutrientes pela planta. A correção deverá ser feita durante a adubação, na próxima safra.


