O profissional de agronomia tem um papel social importante, tem que ser um agente de desenvolvimento, focando a ação na produção agrícola, na geração de energia e de conhecimento para atender as demandas da sociedade. A avaliação é do agrônomo Álvaro Cabrini Júnior, presidente do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Paraná (Crea).
  Segundo Cabrini o processo de especialização pelo qual os professores de agronomia passaram nas últimas décadas transformou as escolas em excelentes centros de pesquisa e geração de conhecimento. ‘‘Os profissionais que saem hoje das universidades estão prontos a atender as demandas do agronegócio’’, diz o presidente do Crea.
  Ele afirma que o mundo hoje requer profissionais engajados a encontrar soluções para questões ambientais e produção de biomassa.
O conhecimento, porém, é ilimitado e a busca por qualificação deve ser ininterrupta. ‘‘O profissional não pode parar de estudar jamais, deve fazer cursos de pós-graduação, sempre procurando se aprimorar’’, diz.
  Cabrini afirma que as escolas de agronomia oferecem atualmente melhores condições de ensino. Mas manifesta preocupação com a criação indiscriminada de cursos no Brasil. ‘‘Muitos empresários abrem cursos somente com visão rentista, com a intenção de comercializar diplomas’’, critica. (R.C.)

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