Agronegócio tem pouco espaço na pauta dos presidenciáveis
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sexta-feira, 03 de outubro de 2014
Reportagem local 
O agronegócio é um dos poucos setores que tem registrado crescimento em 2014. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária cresceu 1,2% no segundo semestre deste ano, enquanto a indústria registrou queda de 1,4% no período.
Segundo dados da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), a produção agrícola e pecuária representa em torno de 23% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, 27% dos empregos e foi responsável no primeiro semestre deste ano por 44% das exportações brasileiras. Mesmo sendo um dos setores mais representativos da economia, o agronegócio ganhou pouco espaço nos debates entre os presidenciáveis nesta eleição. Durante a campanha, eles até apresentaram propostas, mas sem aprofundá-las.
De posse do plano de governo dos três candidatos à frente nas pesquisas eleitorais, Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB), a FOLHA selecionou as principais propostas dos presidenciáveis voltadas para o agronegócio brasileiro. Dentre os temas apresentados pelos candidatos estão o apoio à agricultura familiar, proteção sobre riscos de catástrofe e investimento em tecnologia de produção.
Leia mais na reportagem de Ricardo Maia na edição deste sábado da Folha Rural


