As atividades apresentadas na Fazendinha visam incrementar melhorias na renda, na geração de empregos, no ambiente e na qualidade de vida no campo
As atividades apresentadas na Fazendinha visam incrementar melhorias na renda, na geração de empregos, no ambiente e na qualidade de vida no campo | Foto: Marcos Zanutto/13-4-2018

Se existe uma vitrine para o conhecimento do agronegócio paranaense na sua vertente familiar, sem dúvida é o espaço da Via Rural/Fazendinha da ExpoLondrina. O projeto do governo do Estado, via Seab (Secretaria da Agricultura e do Abastecimento) e Instituto Emater, Iapar e UEL, em parceria com a SRP, é importante porque consegue trazer informações a todos os públicos, desde crianças, passando por profissionais do agronegócio e produtores rurais. A expectativa este ano é de 200 mil visitantes, com o tema “Agricultura Sustentável, Transformação, Comercialização e Cultura”, com foco no compromisso com resultados.

A Via Rural é um conjunto de métodos de extensão, criado em 1995, com o objetivo de difundir tecnologias para o campo sob a perspectiva do desenvolvimento rural sustentável. O projeto desdobra-se em Via Rural Fazendinha, com unidades didáticas que reproduzem a atividade no campo, e a Via Rural Eventos, com uma ampla programação de encontros, seminários e oficinas técnicas direcionadas aos produtores rurais, e atividades de integração com o público em geral.

Este ano, para as atividades voltadas aos produtores estão sendo esperadas 200 excursões municipais de integrantes da agricultura familiar, com público previsto de 5 mil participantes nas programações técnicas. Também serão realizadas cerca de dez encontros e 58 oficinas temáticas.

De acordo com o gerente regional da Emater, Sérgio Carneiro, a seleção de atividades apresentadas leva em consideração o propósito de incrementar melhorias na renda, na geração de empregos, no ambiente e na qualidade de vida no campo. “Estamos na 24ª edição e preparados para os mais variados públicos. Traremos uma diversidade enorme de temas, tecnologias de produção das principais cadeias da região, como café, leite, hortifrutis, grãos, bicho-da-seda, mel, controle de formigas, manejo de solo, paisagismo, bovinocultura de corte, entre outros.”

Carneiro comenta ainda que há ações ligadas à educação ambiental, incluindo saneamento básico, proteção de fontes, controle de mosquito, animais peçonhentos, além do turismo rural na região, gastronomia, show de talentos e apresentação de grupos folclóricos.

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