No sul o processo de implantação da Agenda de Transferência de Tecnologia está mais adiantado. Nessa região participam as sete unidades da Embrapa – Soja, Florestas, Suínos e Aves, Trigo, Uva e Vinho, Clima Temperado e Pecuária do Sul – e os cinco escritórios de negócios. Os territórios do sul estão divididos no Planalto Norte de Santa Catarina (Canoinhas), Sudoeste do Paraná (Pato Branco), Zona Sul do Rio Grande do Sul (Pelotas) e Alto Médio Uruguai (Frederico Westphalen-RS).
  A primeira etapa, que já foi realizada em Canoinhas, Frederico Westphalen e Pelotas, consiste num seminário, que tem a finalidade de divulgar a ATT para os parceiros. ‘‘A nossa proposta é que a agenda seja construída coletivamente’’, diz Domit. Segundo ele, nessa etapa são identificadas as possibilidades de realização das alianças estratégicas, criado o grupo gestor da território e definido o cronograma de trabalho.
  Na etapa seguinte estão previstas a apresentação e a priorização das demandas levantadas na região, apresentação das tecnologias (portfolio) disponíveis e a definição dos mecanismos necessários para a operacionalização das alianças tecnológicas.
  A terceira etapa visa a execução dos projetos e prevê a capacitaçao dos multiplicadores e o planejamento das ações para o atendimento das demandas. As tecnologias disponíveis chegarão aos agricultores por meio de dias de campo, unidades demonstrativas, entre outros.
  Segundo Domit, uma das etapas mais importantes do processo é o monitoramento, acompanhamento e avaliação da ATT. ‘‘Esta é a chamada ‘etapa contínua’ da qual vai depender o sucesso da transferência de tecnologia’’, diz. (R.C.)

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