O engenheiro agrônomo Roberto Fioretto constatou que a tradicional aplicação de NPK, quando feita sem critérios, resulta em desequilíbrio do solo por excesso de nutrientes.
''Ao aplicar o NPK, o produtor está oferecendo apenas três nutrientes essenciais, dos 16 que a planta necessita. Como esses três elementos (NPK) são absorvidos em grande quantidade pelas plantas, o excesso poderá prejudicar outros, que são absorvidos em menores quantidades, como os micronutrientes, provocando um desequilíbrio que pode ser prejudicial ao desenvolvimento normal da planta'', ressalta o agrônomo.
Outra constatação feita pelo especialista é que as lavouras cujas condições de solo e subsolo foram melhoradas resistiram melhor à estiagem que assolou as principais regiões produtoras do Paraná nos últimos meses. ''Nessas áreas, houve aprofundamento do sistema radicular. Isso possibilita a exploração de um volume maior de solo, aumentando as chances da planta conseguir água e nutrientes'', explica.

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