A Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ), com sede em Uberaba (MG), tem realizado reuniões com empresas aptas a desenvolverem equipamentos para a identificação de animais (brincos, cheeps, etc) e programas de gerenciamento para um banco de dados que seriam utilizados na rastreabilidade.
A entidade quer apresentar sugestões ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abasecimento (MAPA) e funcionar como um tipo de gestora do banco de dados que será formado para o Sistema Brasileiro de Rastreabilidade.
O objetivo é trabalhar numa integração com essas empresas de identificação e gerenciamento, explica o superintendente técnico da entidade Luiz Josakian. Por enquanto as negociações como o Ministério estão no âmbito político.
A única definição que já existe, por parte do MAPA, segundo Josakian, é que todos os animais deverão ser identificados. Essa identificação, segundo o técnico, deverá acontecer de acordo com a possibilidade de cada pecuarista. A partir da identificação as informações sobre os animais terão que estar dispostas de várias formas: no papel, via satélite, internet ou outros meios. O sistema de rastreamento, de início, terá que ser flexível para acomodar a todos os pecuaristas e com o tempo cada um deverá migrar para um tipo de rastreamento que for viável do ponto de vista de manejo e econômico. (C.B.)

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