A força da união
O engenheiro agrônomo da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), Paulo Andrade, afirma que a fruticultura só vinga por meio de trabalho coletivo. O motivo, explica ele, se deve aos altos investimentos de produção e comercialização para esse tipo de atividade. Andrade afirma que, por meio das associações e cooperativas, o produtor ganha mais poder de negociação tanto no atacado quanto no varejo.
Além disso, completa o pesquisador, o modelo integrado ajuda a baratear os custos de produção. Rogério Magno Baggio, produtor de laranja da região de Paranavaí, é um exemplo disso. O integrado da Cocamar possui 150 mil pés de laranja. Por meio do apoio da cooperativa, a produção da fruta tornou-se uma fonte de renda segura e rentável para Baggio.
O produtor aproveitou as áreas degradadas em sua propriedade para implantar a cultura. Ele comemora que além de ter melhorado os rendimentos da propriedade, valorizou o preço da terra. (R.M)





