O BHC rei­nou nos ca­fe­zais do ­País até os ­anos de 1970, era a ar­ma pa­ra o con­tro­le da bro­ca-do-ca­fé. Seu uso foi proi­bi­do em 1985 pe­los ma­les que cau­sa­va ao ho­mem e ao ­meio am­bien­te, mas sem po­lí­ti­cas de tra­ta­men­to. Com 25 ­anos de atra­so, o Pa­ra­ná co­me­ça em ju­lho um tra­ba­lho que pre­vê a in­ci­ne­ra­ção de par­te do pro­du­to exis­ten­te em pro­prie­da­des ru­rais. Em Ro­lân­dia, Hen­ri­que Fra­ger, sem ce­ri­mô­nia, ma­ni­pu­la com as ­mãos ­nuas o BHC; des­de 1972 ele es­to­ca na tu­lha do sí­tio 1,6 mil qui­los do pro­du­to.

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