Caçula da família, o assistente administrativo Renato Rubim foi o penúltimo a se casar e a sair de casa. Ele também buscou um imóvel próximo da família e, assim como os irmãos, procura passar todo dia na casa dos pais.

"Graças a Deus surgiram bairros novos próximos à casa deles e assim unimos o útil ao agradável. Somos uma família muito unida e gostamos de passar as datas comemorativas juntos", diz.

Ele destaca que estar junto não é uma obrigação e sim um prazer. Além disso, todos têm muitas coisas em comum, como o apreço pelo trabalho na igreja e os amigos, o que acaba facilitando a convivência.

"Sou o caçula, meus irmãos são como exemplos para mim, fica mais fácil quando convivemos todos juntos. E minha esposa também gosta de estar conosco. Por ter perdido os pais muito cedo, ela e o irmão foram criados por uma tia. A família é pequena e por isso eles sempre se reúnem conosco."

É claro que a união da família acaba chamando a atenção. "Os amigos comentam. O que era para ser normal, virou diferente", aponta. (E.G)

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