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Atualizado em 07/02/2018, 10:28

Tibagi: 100 anos de folia

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sábado, 03 de fevereiro de 2018


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Em 1910 Tibagi realizou o primeiro desfile com veículos puxados a cavalo (Corso); posteriormente, os blocos de rua seguiram a tradição Em 1910 Tibagi realizou o primeiro desfile com veículos puxados a cavalo (Corso); posteriormente, os blocos de rua seguiram a tradição
Em 1910 Tibagi realizou o primeiro desfile com veículos puxados a cavalo (Corso); posteriormente, os blocos de rua seguiram a tradição |  Foto: Fotos: Prefeitura de Tibagi/Divulgação



Em Tibagi são mais de 100 anos de folia. Informações disponíveis no Museu Histórico Desembargador Edmundo Mercer Júnior contam que o primeiro desfile foi promovido em 1910, pelo senhor Cadete, oriundo do Rio de Janeiro, que realizou o primeiro desfile de veículos decorados, ainda puxados a cavalo, chamado de Corso.
A chegada de migrantes baianos reforçou a folia. Nos anos 1930 os carros já eram motorizados e confetes e serpentinas acompanham o grupo de músicos que tocavam marchinhas.

Imagem ilustrativa da imagem Tibagi: 100 anos de folia Imagem ilustrativa da imagem Tibagi: 100 anos de folia



"Ainda nessa década, o Clube Tibagiano promovia os primeiros carnavais animados por músicos da Banda Musical de Tibagi. Nessa época os desfiles aconteciam em torno da praça da Matriz, oportunidade para pessoas da comunidade exibirem suas luxuosas fantasias. Com a festa, reuniam-se os blocos dos baianos, também oportunidade para deixarem seus apetrechos de garimpo de lado e caírem no samba para mostrar sua ginga", diz o texto assinado por Peter Allan e Nery Assunção.
Posteriormente foi criado o Clube Estrela da Manhã. "Momentos inesquecíveis eram as tradicionais visitas de confraternização entre os clubes vizinhos ‘Tibagiano’ e ‘Estrela da Manh㒠que na época tinham públicos distintos. O ‘Tibagiano’ era dos ‘brancos’ e o ‘Estrela’ dos negros, e somente no Carnaval se faziam visitas."
Na década de 1970 surgiram as escolas de samba e os sambas-enredo. Os músicos da família Karklin fizeram história nas rodas de samba. E, democrático como só o carnaval sabe ser, grupos de pagode também animavam os foliões. (E.G)