Sob medida
PUBLICAÇÃO
sábado, 15 de junho de 2019
Walkiria Vieira - Grupo Folha 

Ser flexível é uma qualidade e tanto em todas as relações. Encontramos na natureza uma das mais belas lições sobre ser maleável e ela vem do bambu chinês: é firme sem ser rígido, elegante sem ser chamativo, altivo sem ser arrogante. Ao observar o comportamento do bambu, os chineses aprenderam a importância da paciência e da determinação diante do gigante que, durante um vendaval, curva-se para não quebrar – e pode atingir até 25 metros de altura.
Do alto de seus 25 de experiência no ramo de eventos, o empresário Alexandre Guimarães admite que ser flexível e atento às necessidades do mercado é imprescindível. Dessa trajetória, acumula experiência profissional e também muitas histórias de clientes das quais se orgulha. “Tem casal que se conheceu na casa, fez o casamento em nosso espaço e faz questão de fazer a festa de 15 anos da filha conosco porque o local faz parte de sua própria história de vida”, conta o empresário, dono do Empório Guimarães, que está lançando uma nova casa para eventos menores em Londrina.
O empresário observa que cada cliente quer imprimir a própria identidade para o seu evento. “A tecnologia mudou, precisamos nos atualizar, assim como encaramos cada evento como único, pois cada pessoa é única e muitas vezes está diante do dia mais importante de sua vida.” De um lado, a neutralidade da estrutura, do outro, um aparato que permite, literalmente, ditar o tom da festa. “Recentemente, em um aniversário de um ano, a família optou pela cor-de-rosa como predominante e, graças ao investimento em tecnologia e iluminação, deixamos até as paredes cor-de-rosa.”
Inserido em uma área em que os detalhes fazem a diferença no resultado, Guimarães comenta que a inauguração da nova casa, para recepções menores, é uma decisão baseada na realidade econômica, no comportamento das pessoas e em tendências globais. “Manteremos os dois espaços. Um com capacidade para até 400 pessoas e este novo, para pequenas e médias confraternizações. O País mudou, as pessoas estão se reunindo mais, só que em menor número. A tendência é festejar mais datas, porém, em espaços menores”, explica.
MAIS:


