O servidor público Naldo Freitas não deixa de torcer pela seleção brasileira, porém, acredita que não seja necessário mudar a rotina por causa dos jogos. Na estreia do Brasil na Copa no último domingo, por exemplo, ele seguiu com sua programação de estudos para concurso, já que busca uma vaga na Polícia Federal.

Em casa, cercado por uma família mais "empolgada" com os lances da partida, ele se esforçou para conseguir a concentração necessária, ainda mais com os gritos da vizinhança e os fogos de artifício, que o preocupa também por incomodar os animais e as pessoas enfermas ou idosas.

"Não acho de bom tom que mudemos as nossas rotinas, por vezes com atividades muito relevantes tanto para nós quanto para a sociedade, por conta dos jogos. Inegável a importância do evento esportivo, desde a promoção do esporte até os fatores econômicos envolvidos, mas 'parar' um país por conta de jogos de futebol acho um pouco exagero", afirma.

Para quem achar que ele pode não ser fã de futebol, Freitas diz que já foi ao Estádio do Café ver o Londrina, time pelo qual também torce, mas acredita que o futebol é apenas mais um esporte a representar o País. (E.G)

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