Mumo
Mumo | Foto: Fotos: Divulgação



A moda sempre foi muito criticada pelo processo produtivo, que muitas vezes demanda grande quantidade de água, faz uso de produtos sintéticos, além de possível poluição por conta de resíduos.

Aos poucos, porém, as empresas estão se conscientizando e buscam processos mais sustentáveis. A Mumo, por exemplo, escolheu para fazer sua coleção de inverno tecidos como malha PET e o algodão com selo BCI (algodão responsável, plantado sob rígido controle de produtos químicos, tratamento dos efluentes e mão de obra regulamentada), couro ecológico e livre de metais pesados. A marca ainda se empenha no upcycling, comprando tecidos que seriam descartados e utilizando-os para desenvolver novas peças.

Damyller
Damyller



Outra proposta é escolher a cada ano uma causa socioambiental e colocá-la no centro da empresa. Atualmente, para cada peça de roupa vendida a marca apoia projetos de recuperação ambiental, plantando uma árvore e cuidando dela por doze meses em áreas devastadas. Segundo a empresa, em seis meses já foram plantadas mil mudas de árvores nativas.

Já a Damyller possui em seu processo produtivo diversas iniciativas para redução de uso de água e químicos na fabricação do jeans. Através do uso de tecnologia de última geração como laser e ozônio, sua redução no uso da água passa de 3,3 milhões de litros de água/mês e no uso de produtos químicos chega a quase 1 tonelada.

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