Na hora da despedida
Se a morte também é inevitável para nossos companheiros animais, a destinação do corpo é uma preocupação. Se até algum tempo atrás o comum era enterrar os pets no quintal, atualmente muitos optam pela cremação, como forma de homenagear seus cães e gatos.
"Hoje os animais são como filhos e quando vêm à óbito, os tutores não sabem com quem conversar, como proceder. Somos como um serviço funenário, nossos funcionários são treinados para conversar e acalmar quem perdeu seu pet, entendemos a sua dor", afirma Érika Tetereit Trombeli, gerente geral do Crematório Pet Estrelinhas no Céu, que conta com a consultoria de uma psicóloga para treinar e orientar seus colaboradores.
Assim como é feito para nós, humanos, o tutor pode fazer o velório, um período para homenagear e se despedir do seu bichinho, em uma sala preparada na empresa especialmente para isso. Érika diz que principalmente para as crianças esse é um momento bastante necessário. Caso opte pela cremação individual, posteriormente o tutor recebe uma urna com as cinzas. Já na cremação coletiva, as cinzas são depositadas no jardim da empresa, em Arapongas. (E.G)





