Escolhendo o nome do bebê
Além do conhecimento pessoal, também é possível fazer o mapa numerológico dos filhos, tanto dos que já nasceram quanto dos que ainda vão chegar. "O nome é Verbo Criador. E ele ajuda a construir a personalidade do bebê, com as suas principais características, qualidades e talentos, dificuldades e ainda os potenciais que ele pode desenvolver melhor. Ele traz consigo as tendências que se refletem na sua maneira de sentir, pensar e agir. Além disso, ele também está ligado à maneira como a criança vai se relacionar com as pessoas e o tipo de acontecimentos que a sua vida traz. Ao planejar o nome do bebê, pode se fazer muito mais do que lhe dar um nome bonito: pode-se ajudá-lo a ser uma pessoa harmoniosa e integrada que se realiza na vida", afirma Sonia.
Na consulta para escolha do nome do bebê, os pais levam uma lista com os prováveis nomes e também a provável data do parto. A numeróloga faz a análise dos nomes isoladamente e depois as diversas combinações com os sobrenomes dos pais. "Componho com o sobrenome materno e paterno, apenas com o sobrenome paterno, tento todo tipo de composição para encontrar boas alternativas. Lembrando que a soma final das vogais, consoantes e soma total são os aspectos mais importantes do nome, porque mostram a idade adulta e o lado profissional."
Para quem já escolheu a data do parto é feita a análise também com o nascimento. Já quem fará parto normal deve informar a data quando do nascimento, para que os cálculos sejam feitos depois do parto. "Essa consulta é gravada em áudio e enviada para a pessoa. Costumo pedir que após três anos ouçam a gravação de novo, comparem as características que tracei na consulta com a personalidade da criança, e me dêem um feedback", aponta.
Além do cálculo de nomes de pessoas, a numerologia também pode auxiliar aqueles que estão planejando o nome de uma empresa, seja o social ou o nome fantasia. "É possível prever tendências e dificuldades. Muitas pessoas nos procuram com essa finalidade. A numerologia já foi vista com mais estranheza, agora é algo mais comum", afirma Sonia. (E.G)





