Felipe Scaff aventura-se pelo beach tennis com os olhos voltados para campeonatos: "A seleção brasileira tem meninos de 16 e 17 anos, então me interessei"
Felipe Scaff aventura-se pelo beach tennis com os olhos voltados para campeonatos: "A seleção brasileira tem meninos de 16 e 17 anos, então me interessei" | Foto: Ricardo Chicarelli

Da bola no pé à raquete, Felipe Scaff, 15, não pretende escolher, faz os dois. Desde os cinco anos treinando futebol, esporte incentivado pelo pai e pelo avô, agora se aventura também no beach tennis, modalidade que treina há três meses, sempre duas horas e duas vezes por semana, e esse foi por incentivo da mãe.

“Minha mãe que teve a curiosidade de procurar, ela gostou e vem quase todos os dias. Ela me chamava para vir junto, então, eu fiz o teste e gostei. Eu não conhecia o esporte, só o frescobol que eu sabia um pouco”, conta o estudante, que treina com um amigo e conta com a mãe na plateia.

Para ele, o início foi simples. Como julga ter facilidade com o esporte e também por ter um histórico de atividades, como tênis e natação, afirma que entrar para o beach tênis foi fácil. “Eu vi que eu estava indo bem, então quis treinar para jogar campeonato. Vi que a seleção brasileira tem meninos de 16 e 17 anos, então me interessei, não que eu queira ser um atleta, meu esporte principal continua sendo o futebol”, brinca.

O estudante afirma que um dos pontos interessantes do beach tennis é que ele pode jogar com a família. Nos fins de semana jogam pai, mãe, filho e amigos. “Sábado ou domingo a minha mãe aluga e a gente vem para se divertir. O legal é isso, porque não tem faixa etária, você consegue ir no seu ritmo”, afirma.

Assim como Scaff, Flávia Vianna, 37, resolveu experimentar o esporte e gostou tanto que decidiu treinar. O primeiro contato foi a convite de amigas. “Por ser um esporte diferente, na areia, relaxa bastante, traz essa sensação de bem-estar, gosto do ambiente não é um local fechado”, descreve a atividade que iniciou há quatro meses.

Além do beach tennis, Vianna também vai à academia e afirma sempre gostar de se exercitar. Com o esporte admite que ainda está aprendendo algumas regras, mas vê avanço técnico. “Qualquer um consegue, eu não jogava nada e aqui eu gosto pela questão do ambiente, tenho mais prazer, a aula passa rápido e gasto caloria sem perceber”, afirma. A entusiasta treina duas vezes por semana e joga com grupos nos fins de semana. “A gente aluga com um pessoal para brincar mesmo, descontrair”, finaliza.

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