"Não existe carne de segunda", afirma o chef Luiz Eduardo Badin, apresentando a  bisteca Fiorentina, que une três cortes nobres: filé mignon, contrafilé e alcatra
"Não existe carne de segunda", afirma o chef Luiz Eduardo Badin, apresentando a bisteca Fiorentina, que une três cortes nobres: filé mignon, contrafilé e alcatra | Foto: Anderson Coelho



Manter a chama acesa é mais que uma indicação para os relacionamentos. No churrasco é regra. No entanto, como tudo na vida, é preciso equilíbrio. Em carnes nobres é essencial manter o fogo vivo sem muita chama. A dica é manter a distância de 15 centímetros do fogo e controlá-lo.

Já os temperos, dá para sair do básico sal grosso, mas não inovar tanto. "Carnes como picanha e contrafilé, sal grosso já é o suficiente, porque elas são muito saborosas. Não precisa ficar inventando muita coisa", afirma o chef Luiz Eduardo Badin. Ao mesmo tempo, pode-se incluir sal temperado com ervas ou utilizar o tempero chimichurri, misturado com azeite de oliva.



Dependendo da carne, é possível incluir temperos que possam potencializar o sabor. "Para quem não quer gastar tanto, uma fraldinha temperada com sal, pimenta, shoyu e mostarda fica boa. A fraldinha é uma carne saborosa", indica. Para acompanhar, farofa, tutu de feijão, feijão tropeiro, arroz carreteiro e maionese são sugestões do chef.

Para completar, Badin indica servir linguiça antes do churrasco. Também menciona que é possível incluir outras carnes, como carré de cordeiro temperado à base de vinho e costelinha suína com limão, sal, cachaça e pimenta do reino. E quando picar a carne, lembrar que o corte deve ser feito sempre contra a fibra. (L.T.)

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