Em uma nação onde o esporte produz mais frustração do que alegria, Paulo Renan Bertassoni, curitibano radicado em Londrina, é uma exceção. A exemplo da paixão que seus pais tinham - e praticavam - quando jovens, ele viu no vôlei a profissão que o tornaria, anos mais tarde, um atleta de talento reconhecido.

Na escola, trocou o futsal pelo vôlei porque se considerava muito alto. A bendita e certeira escolha se deu no ano de 1997. Três anos mais tarde, saiu de casa rumo a seu primeiro clube, o Brusque, em Santa Catarina. Lá, se contentava com míseros R$ 100 de salário e uma bolsa de estudos. ''Achava que ganhava uma fortuna na época'', relembra ele, que na época, nem imaginava que, mais de dez anos depois, seria contratado para jogar no Sport Lisboa e Benfica, em Portugal. Saiba mais na matéria de Elaine Souza.

mockup