Um londrinense na Guiana Inglesa
O empresário londrinense Agnaldo Rosa está trabalhando, nesses últimos quatro anos, na República Cooperativista da Guyana, mais conhecida como Guiana Inglesa. O negócio de Agnaldo é a locação de máquinas para a extração de diamantes e ouro. Em resumo, é do garimpo que o PIB daquele país vem, em grande parte da mineração, como a bauxita, que é usada para a produção de alumínio. Ele já fez muitos amigos por lá. Há pelo menos 20 mil brasileiros trabalhando em vários setores de Georgetown, a capital, e outras localidades. De mineração a restaurantes, de lojas a agências de viagens, lá estão pessoas do Brasil em busca do sucesso profissional. O dinheiro do país é o dólar guianense. Mil dólares da Guiana equivalem a 5 dólares norte-americanos.

55% de indianos
O presidente da República Cooperativista da Guiana Inglesa é de origem indiana. Tinha que ser: 55% da população é originária da Índia. Há também grande número de chineses, que continuam chegando lá. O povo nativo chama-se coli. E os muçulmanos também estão aparecendo por lá, conta o londrinense. A Guiana tem uma posição estratégica favorável, mas ainda precisa de muito desenvolvimento. O país é novo: há 43 anos está independente, embora faça parte da Comunidade Britânica. Já sofreu sob ditadura de esquerda durante 17 anos, após sua independência do Reino Unido. O presidente novo é economista e estudou na Índia. Agnaldo Rosa acha que há muita chance de trabalho por lá.

Belgas compram muito
A Bélgica é grande compradora de diamantes da Guiana Inglesa. Os Estados Unidos também. Os belgas compram e mandam os diamantes para lapidação na Índia. O Governo controla a produção, através de um departamento especial. Que compra todo ouro. Agnaldo Rosa revelou que a população da Guiana está começando a tomar e a gostar de café. Antes tomavam apenas chá. O consumo de carne é pequeno por que não tem produção. O de frango também e por isso o mercado para os produtores brasileiros desse setor é muito bom.

Pena de morte voltou
A pena de morte havia sido abolida na Guiana, mas o Governo a instituiu novamente para seqüestradores e assassinos e outros praticantes de crimes considerados hediondos. E a pena de morte lá é por enforcamento. Outra detalhe: a garotada fica na escola das 7h30m às 15h30m. Todos de uniforme. E todos cantam o hino nacional do país antes do início das aulas. É um país sem motéis. A Polícia vai para o confronto: bandido é tratado como bandido.
A Guiana Inglesa tem 650 mil habitantes. O país é rico em recursos naturais, mas seu litoral não tem praias. O povo come muito arroz (um saco custa o equivalente a 20 reais), muito peixe, verduras e legumes. O leite é caro, porque é quase todo importado. O país produz cana-de-açúcar, mas em pequena quantidade: 20 toneladas por hectare. Georgetown, a capital, tem 400 mil habitantes, dois terços do país, portanto. A cidade está a um metro meio abaixo do nível do mar (o país todo é assim) e por isso há muitos diques.

Ruas sem calçadas
As ruas de Georgetown e também das outras cidades não tem calçadas: tem gramados. Eles ladeiam a faixa de asfalto e, ao lado dos gramados, há um canal de cada lado, para a drenagem das águas, em virtude das chuvas e das marés. É uma grande atração para os turistas. Você pode ir passear na Guiana Inglesa sem medo, afirma Agnaldo Rosa, o empresário que trabalha lá e aqui em Londrina.


Feira Escolar espera receber 100 mil pessoas
O empresário Álvaro Junior está bastante feliz com os primeiros dias da Feira de Material Escolar de Londrina, onde ele espera receber 100 mil pessoas até 15 de fevereiro, batendo o recorde do sul do País, inclusive ganhando da Feira de Porto Alegre, que é a única capaz de concorrer com a promoçao londrinense. A Feira, como se sabe, funciona no prédio do ex-bingo da Quintino Bocaiuva e nos primeiros dias já recebeu pessoas de várias cidades do Paraná, do Mato Grosso do Sul, de São Paulo e de Santa Catarina. O organizador Álvaro Júnior diz que irá repassar ao público os 30% de desconto no material escolar que conseguiu junto às industrias.


Mulheres no comando
‘‘Os vereadores homens ficaram contrariados, mas o povão gostou’’, afirmaram as vereadoras Adelina Anésio (PP), Irene Azzani (PMDB) e Silvia de Giuli (PSL), respectivamente presidente, vice-presidente e primeira secretária da Câmara Municipal de São Sebastião da Amoreira. Em visita à Folha, elas disseram que a primeira mesa diretora legislativa do Paraná, que tomou posse no último dia primeiro, vai unir as lideranças políticas locais – tradicionalmente rachadas.


Aluno do Hugo Simas selecionado para ir aos Estados Unidos
O estudante João Carlos de Oliveira, aluno do Colégio Estadual Hugo Simas, em Londrina, é um dos 25 de todo o Brasil selecionado pela Embaixada dos Estados Unidos para visitar país durante duas semanas. O jovem londrinense, de 17 anos, deverá estar em São Paulo, na próxima semana, para receber o visto de entrada nos EUA em seu passaporte. Os 25 estudantes brasileiros ficarão uma semana em Washington, a capital dos EUA, conhecendo o Congresso, a Casa Branca e outros órgãos que fazem parte do governo de Tio Sam. Poderão ser, inclusive, recebidos pelo presidente George Bush. Todos os 25 alunos pertencem a escolas da rede pública. Após uma semana em Washington, os jovens passarão uma semana com famílias de alguns Estados norte-americanos. Em São Paulo, eles serão recepcionados no Consulado dos EUA pelo embaixador Clifford Sobel.


Miss Paraná em Maringá
O concurso que elegerá a Miss Paraná 2007 será disputado dia 3 de fevereiro, no Teatro Calil Hadad, em Maringá. A organização da festa espera a participação de pelo menos 50 candidatas. Já o Miss Londrina será realizado dia 28 próximo, coordenado por Marcão Kareca. As inscrições estão abertas.

O mais feroz dos animais
Wilson Silva me enviou, de Curitiba, uma sábia observação do escritor Machado de Assis, que ficou para a eternidade. Diz ele: ‘‘O mais feroz dos animais domésticos é o relógio de parede. Conheço um que já devorou três gerações da minha família!’’

- Há mais de 4 mil jogadores de futebol brasileiros atuando no exterior. De Londrina e de outras cidades da região há 23, segundo uma relação oficiosa.

Com o dinheiro que ganhou na Loteria Federal poderia ter comprado 500 alqueires de terra
Mineiro de Leopoldina, o ex-vereador e imobiliarista, Jaci Aguiar está com 62 anos. Durante visita à FOLHA, recebido pelo jornaista João Milanez, contou que nunca bebeu álcool, nunca fumou e nunca perdeu uma noite de sono. Sempre dormiu bem. Mesmo quando ganhou o prêmio máximo da Loteria Federal (dinheiro que daria para comprar 500 alqueires de terras com café e pasto).
  E mesmo depois de perder parte desse dinheiro na compra de ações, teve sorte de ter aplicado a outra metade em imóveis, já que era do ramo desde os 14 anos de idade. Já em 1954, Jaci Aguiar mostrava, de charrete, os terrenos do Shangri-lá, Zona B, e também os da chamada Vila Industrial. Era office-boy da Organização Veiga, dos imobiliaristas Sérgio Veiga e Paulo Castelo Branco. Ele lembrou entusiasticamente na FOLHA, que as cinco maiores organizações imoobiliárias eram parceiras deste jornal: a Organização Veiga, a De Domenico Imóveis, a De Souza Imobiliária, a Dagon (de Daniel Gonçalves) e a empresa de loteadores de Lucilio de Held e de Adelino Boralli, pessoas com quem ele só aprendeu a trabalhar honestamente, sempre visando o progresso desta cidade.

O elegante Réveillon Black-Tie
Como todos esperavam, a Festa Black-Tie de Réveillon do Mabu, em Foz, aconteceu em grande estilo. Uma noite au grand complet, com a confraternização de quase mil pessoas, vindas de várias cidades do País e também do exterior, como Estados unidos, Alemanha, Espanha e Itália. As fotos são do evento que marcou o início de 2007 naquele famoso Thermas e Resort do Paraná.

Compravam no mapa
Jaci lembrou que as pessoas investiam em Londrina porque acreditavam em seu futuro. Muita gente daqui e de fora comprava terrenos no mapa e ia embora tranqüilamente. Sabiam de sua valorização. Foi assim com o Jardim Canadá (o antigo Bodero) e com o Jardim Agari (cuja filha do dono do terreno, Odete Agari, era uma moça bonita e elegante). Jaci acha que Londrina ficou pequena, ainda nos anos 50, para Adelino Boralli, que investiu em São Paulo e também em Petrópolis, onde foi dono do Quitandinha (que tinha hotel, cassino, shows maravilhosos). Adelino foi uma escola para muitos empresários de Londrina. Milanez ouviu e concordou.

Perdeu dinheiro na política
Em 1972, Jaci Aguiar ingressou na política. Onde, contou ele, perdeu dinheiro, pois atendia todo mundo que o procurava. Jamais disse não. Sempre tentou quebrar o galho das pessoas, eleitores ou não, e gastou o que tinha. O patrimônio que acumulou com sacríficio, ele perdeu na política, mesmo com aexperiência de vereador durante quatro mandatos em Londrina. Mas sempre trabalhou como corretor. Seu número do Creci é 189. É um dos primeiros de Londrina.

Perfil de Prefeito
Jaci Aguiar disse que o próximo prefeito de Londrina precisa ter o seguinte perfil: 1 - Não pode ser populista; 2 - Tem que ser técnico; 3 - Precisa ter credibilidade; 4 - Ter grande entusiasmo pela cidade; e 5 - Apoio popular. Acha que um Prefeito de Londrina, além de administrar bem, precisa entusiasmar os empresários e empreendedores a investir na cidade. Acha também que a nova geração poderá contribuir muito para com esta cidade. Que os jovens que vão deixar a Universidade precisam ficar por aqui e trabalhar o potencial londrinense. Que é grande. Ele lembra os homens do passado como Hugo Cabral, Milton Ribeiro de Menezes, Hosken de Novaes e Antonio Fernandes Sobrinho. Que muito fizeram por esta cidade e deixaram bons exemplos públicos. E fala de Nelson Maculan, com muito carinho: ‘Maculan foi carroceiro em Londrina e chegou ao Senado Federal’. Jaci Aguiar acha que caberá aos jovens evitar que no futuro aconteça o que ocorreu há algum tempo, quando muitos levaram daqui o dinheiro que aqui conquistaram. E pede: ‘Fiquem aqui, invistam em Londrina, que é e será sempre a nossa rainha’. E encerrou: ‘‘Londrina, receba as flores que te dou!’’.

Jonas, o milionário
O pecuarista Jonas
Barcellos, que sempre vem à Exposição da Rural, em Londrina, vendeu toda sua rede de Duty Frees à empresa suiça Dufry, pela notável importância de 500 milhões de dólares.
l O Brasil vem pagando
130 bilhões de reais de juros
por ano. Graças a você, que
paga impostos.

Paris para poucos
O mais luxuoso hotel de Paris, o Fouquet-Barrière, tem quartos com diárias que variam de 1.700 a 25 mil reais! Em alguns deles, é só apertar um botão e o espelho do quarto se transforma em tevê de plasma. Só falta surgir uma sósia da Brigitte Bardot como hostess!
l O Fouquet fica na região que o empresário londrinense Alfons Gardemann chama de ‘triângulo de ouro parisiense’: na Champs Elisèes com as ruas
George V e Montaigne.

Infraero arrecadando
Dizem os técnicos que a Infraero arrecadou 3 bilhões no ano passado, mas que só enviou 23% para a Aeronáutica, responsável pelo chamado ‘controle aéreo’, atualmente meio que decontrolado...
l A Inesul criou dez cursos de pós-graduação para 2007. E já marcou o início das aulas dos cursos de graduação para 1º de fevereiro, inaugurando no mesmo dia sua nova ala de salas de aulas.
l E um sobrinho predileto do rei da Árabia Saudita ganhou, de Sua Alteza, um Boeing, para 50 pessoas, no valor de 150 milhões de dólares.

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