Recordando Mozart
No Centro de Eventos da Faculdade Inesul, a homenagem aos 250 anos do nascimento de Mozart, sob o comando do professor Paulo Chanan, diretor executivo da instituição, e do Coral Inesul-Londrina. Com a presença dos solistas do Coral da Universidade Católica de Petrópolis. As apresentações, no último final de semana, foram um grande sucesso de público. Na foto, estão os solistas visitantes Leonardo de Souza, Maria Cláudia Paladino e Maria Fernanda Paladino, Paulo Chanan, o anfitrião, Dinocarme Aparecido de Lima, presidente da mantenedora, a professora Virgínia Aparecida Mariani, diretor geral da Inesul e Gilson da Cruz, solista petropolitano.

A feérica Las Vegas, onde não se
vê gente chorando no meio-fio
Colorida e iluminada, dia e noite, a cidade de Las Vegas, no deserto de Nevada, Estados Unidos, tem atualmente 540 mil habitante. Um pouco mais do que Londrina. Mas é a segunda em crescimento nos últimos 5 anos, nos EUA, entre as 30 maiores localidades de lá. O londrinense Darci Machado lá esteve, nos últimos dias, e ficou impressionado com o que viu, tanto nos hotéis e cassinos como na cidade toda. Conta que a energia elétrica, consumida em Las Vegas em um dia apenas, equivale ao que é gasto no estado todo de Nova York no mesmo período. Ninguem fala em desemprego, o comércio é uma loucura e há vários londrinenses trabalhando por lá. Inclusive duas mulheres daqui, que se casaram com milionários de lá. A mãe de uma delas anda aqui em Londrina de carro importado. O que é ótimo para ela. Como se sabe, os cassinos no Brasil foram fechados em 1950, pelo presidente Eurco Gaspar Dutra, a pedido da Igreja Católica. Darci comentou: ‘Voce não vê em Las Vegas gente chorando no meio-fio porque perdeu na roleta.

Grande mercado, mas bem longe do povão
No ano passado, foram vendidos 5,5 milhões de computadores no Brasil. E quase 40% disso para o mercado doméstico. Segundo analistas londrinenses, é um número muito expressivo. E aqui em Londrina as vendas poderiam ser melhores, afirmam. O preço espanta um pouco a clientela. O Brasil tem cerca de 45 milhões de residências e cerca de três milhões já tem acesso à internet. São os usuários das chamadas classes A e B. E acham que o Brasil deveria usar o Fust (imposto criado na privatização das telefonias) para fazer a chamada ‘inclusão popular’.

Kaneshima, quase igual a Pelé
Os amigos estão fazendo os cálculos, para ver desde que idade o dentista Wilson Kaneshima começou a jogar de futebol. Deve ser nos dentes-de-leite, pois pelas anotações do famoso cirurgião, já marcou quase mil gols, igualando-se a Pelé. Kaneshima joga sempre na chácara Cuca Fresca e vem marcando seus gols. Pescador bom, garante Marcos Kuabara, ele é. Além de pescar esportivamente no Rio Paraguai, ele é defensor do meio ambiente e sempre que vai pescar leva sementes de árvores frutíferas, que semeia pelas margens dos rios por onde passa. Manoel Ilidio, seu outro amigo, acha que a recontagem dos gols é desnecessária, pois Kaneshima é organizado e se está anotado é porque marcou mesmo os seus golszinhos. Mesmo sendo mil...

O exemplo de Diadema para Londrina copiar
Há algum tempo, o vereador Henrique Barros fez um pronunciamento na Câmara Municipal de Londrina citando o exemplo de Diadema para falar sobre o aumento da violência aqui na cidade. Trouxe dados daquela localidade paulista, que reduziu quase que totalmente a criminalidade, com providências simples e baratas, como a instalação de câmeras de vigilância que esquadrinham um grande campo de visão, principalmente nos locais de grande concentração de pessoas. Se em Londrina o poder público tivesse o mesmo cuidado com a segurança poderia, com um custo mínimo, vigiar as áreas onde ocorrem a ação dos marginais. Se o edifício Conjunto Nacional tivesse um sistema de vigilância de câmeras, que não é muito caro, certamente teria evitado ou saberia quais foram os assaltantes que levaram euros, dólares e reais, causaram um pampeiro danado e conseguiram fugir. Londrina precisa aprender com Diadema, São Caetano do Sul e outras cidades que conseguiram reduzir a criminalidade.

O melhor exemplo do Rotary
Acho que nem os rotarianos já pensaram nisso. Mas ainda ontem, durante o programa ‘Militão & Militão’, pela TV Tropical, o jovem repórter Marcelo Militão dizia que no Rotary Internacional não há reeleição e que ‘isso é um ótimo exemplo. O governador do distrito administra durante um ano e não pode mais ser reconduzido ao cargo. Muito pelo contrário, os sucessores são indicados com antecedência e tem de passar por treinamento nos Estados Unidos, onde o Rotary nasceu e desenvolveu todo seu procedimento social. E aqueles que já deram sua contribuição passam a compor o Colégio de Governadores, ajudando os atuais nos projetos e desafios. Este exmplo deveria ser seguido em todas as outras instituições brasileiras, na política, em todos os níveis, e até na CBF e outras entidades esportivas.


Secretárias homenageadas
Foi um final de semana dos mais animados o que um grupo de secretárias viveu, recentemente, na viagem que fizeram a Foz do Iguaçu, oferecida pela Conquista Turismo e Hotel Bourbon Cataratas. A viagem foi em um dos novos ônibus da Brasil Sul. O empresário Silvio de Souza ficou muito satisfeito com o sucesso da homenagem às secretárias, todas sorridentes na foto


Ela é poderosa
A Justiça do Trabalho enfeixa nas mãos um imenso poder. Manda penhorar on-line, determina recolhimento de impostos, como se fosse órgão fiscal, teve ampliada de forma absurda a competência para julgar, e, no entanto, não é capaz de conseguir verba junto ao Governo Federal para honrar compromissos como, por exemplo, pagar os índices de correção monetária aos juízes classistas, que já transitaram em julgado. E a culpa não é dos juízes de 1ªinstância, nem da atual presidência do TRT regional. É dos homens que estão no comando do poder em Brasília. Na verdade, o Poder Executivo usa o Poder Judiciário a seu favor. Como o faz com o Legislativo. Por um pequeno e claro detalhe: manda mais quem tem o controle do dinheiro, o dono do caixa da Repùblica. Os demais fazem o que podem ou o que permitem...


Passeando pelo Brasil
Um grupo de londrinenses participou, mês passado, de uma expedição às serras gaúcha e catarinense. A aventura motorizada foi organizada pelos empresários Rogério Fertonani e Carlito Fertonani, da Ação 4x4. Eles percorreram 2.500 km, sendo 150 em estradas de terra. A viagem passou por Curitiba, Palhoça, Lauro Müller, Serra do Corvo Branco, São Joaquim, Bom Jesus, Lajeado Grande, Canela, Gramado, São Francisco de Paula e Serra do Rio do Rastro. Rogério lembra que os locais foram escolhidos pela beleza natural, onde há rios, cachoeiras e pequenas cidades aconchegantes, com pessoas muito acolhedoras. O grupo foi composto por sete veículos, todos bem preparados pela equipe de especialistas da Ação 4x4. Neste mês, eles estão preparando uma nova expedição. Desta vez, será um passeio off-road com roteiro próximo a Natinguí, no interior do Paraná, cerca de 180 km de Londrina.

Previ tem 88 bilhões
A Previ (Caixa de Aposentadoria do Pessoal do Banco do Brasil) tem atualmente um patrimônio de 88 bilhões de reais. E este ano está trocando de administração. A instituição já fez investimentos em Londrina, em um shopping da cidade, e até hoje não se sabe a razão pela qual revendeu o negócio. Nem os funcionários nem os aposentados do BB sabem os motivos, dizem sempre nas reuniões de bate-papo que fazem na sala dos aposentados do BB.

Recordar é viver: o Londrina e seus craques curiosos
O médico Antonio Tokairin integrava, em 1956, ano da fundação do Londrina de Futebol e Regatas, a equipe do fotógrafo Augusto Galente, que fazia a cobertura do alvi-celeste para a Folha. Ele era estudante do curso científico, no Filadélfia, aluno do famoso professor J.J. Puls, de saudosa memória. Tokairin acompanhou o Londrina desde sua fundação. E como publicamos outro dia nomes curiosos de jogadores que disputam a Copa do Mundo, ele escalou um time do Londrina, só com atletas conhecidos por seus apelidos: Pafuncio, Melado, Gabiroba, Comida e Tanajura; Caixote e Maquininha; Chinesinho, Beijoca, Tatá e Lelé. Alguns nem chegaram a ser titulares, como o ponta-esquerda Espingarda, dos tempos do técnico Joanin Sterza. Pafuncio foi um goleiro contratado por Franchello, na primeira temporada do técnico Floreal Garro, no comando do Londrina. E Antonio Tokairin acha que a torcida londrinense não pode esquecer do nome do primeiro presidente do time, o empresário Manoel de Domenico. Que ótima memória ainda tem Tokairin, apesar do derrame que sofreu! Eu me lembro de De Domenico e sua bonita família, almoçando aos domingos no restaurante do saudoso Franz Hotel.

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