SOCIAL - Oswaldo Militão

Saí em campo ontem pela manhã, pois repórter que não circula perde o emprego, e ouvi, em uma fila do Bradesco, no centro, que a Sercomtel estaria com 50 milhões de reais no caixa. Uma grana excelente para seus novos projetos.
"Você me pede na carta que eu desapareça, que eu nunca mais te procure, e prá sempre te esqueça". Música de Moacir Franco, gravada por João Mineiro e Marciano (dupla já desfeita) e que tem sido muito tocada nestes últimos dias, por várias emissoras de rádio. E com comentários sobre a carta que o vice-presidente Michel Temer enviou para a presidente Dilma Rousseff. Aqui entre nos, Temer armou um barraco com grande classe. A carta tem um texto primoroso.




O empresário bilionário Donald Trump, pré-candidato à presidência dos Estados Unidos, pelo partido republicano, reclamou da escolha da revista Time por Angela Merkel, apontando-a como o grande destaque do ano no planeta todo. Ele disse claramente: "Eu é que mereceria o galardão!"
Ouvimos alguns londrinenses sobre quem seria "a pessoa do ano no Brasil". A grande maioria respondeu que é o juiz Sérgio Moro, o que comanda o processo criminal Lava Jato, o maior escândalo do país, desde Pedro Alvares Cabral (como disseram alguns) e, possivelmente, um dos maiores do planeta.
O presidente Rogério Franciscão recebeu, em sua elegante residência, os seus companheiros rotarianos, familiares e convidados, para a reunião de final de ano do Rotary Clube de Londrina Sul. Trata-se de uma agremiação das mais dinâmicas entre os Rotary do distrito 4710. As fotos do evento são de Carmelindo Dias para a coluna




Do promotor Stephen S. Trott, às páginas amarelas da Veja: - Sem delação não há punição! Aos 75 anos, ele foi promotor e magistrado e o juiz federal Sérgio Moro é seu admirador. Trott declarou o seguinte: - "Eu também não respeito delatores, mas não porque sejam delatores, e sim porque são criminosos. Não é necessário respeitá-los. É preciso apenas ouvir o que eles têm a dizer e investigar a fundo se o que disseram procede!". E aí que mora o perigo, comentou um leitor que folheava a revista na banca ao lado do Rodeio.
Você se lembra do seu primeiro automóvel? Dos números da placa dele? Pois contam que um cidadão de Umuarama jogou nos números dos primeiros carros dele e acertou a quina da Mega-Sena. E faturou mais de 60 mil reais. Que dá para comprar um automóvel zero quilômetro.





