Folha Gente Atualizado em 16/05/2015, 23:00
SOCIAL - Oswaldo Militão
Ele já embalou muitos corações ao longo de sua notável carreira de cantor. Ele faleceu em 14 de maio de 1998, e em 2015, no dia 12 de dezembro, faria 100 anos se vivo estivesse. Sim, Frank Sinatra, o The Voice -, como era conhecido no mundo. Mais cantor do que ator, embora tenha participado de mais de 50 filmes, alguns de sucesso, ele era amigo dos grandes astros do cinema. Chegou a receber um Oscar, por sua atuação em "A um passo da eternidade (1953)". No Brasil, fez shows cantando no Macksoud Plaza, de Henri Macksoud, em São Paulo, e também no Estádio do Maracanã, para quase 100 mil pessoas. No Macksoud, mulheres deliraram ao ouvi-lo. Muitas namoraram ao som de músicas gravadas por ele. Uma das canções que mais sucesso fez, foi "New York, New York", que também foi gravada por Lisa Minelli. Mas foi com Frank que o sucesso tornou-se mundial para sempre. Até hoje, em bailes de formaturas, de casamentos, quando a orquestra toca a música todos, ou quase todos se lembram de Frank Sinatra, e saem para dançar. Ela é dançante, convida todo mundo para levantar-se da cadeira.
Em 1980, eu estava em Nova York, com Miguel Bulgacov e Walter Macarini. Era um domingo à tarde. Saímos para dar uma volta, após o almoço na rua 57 e de repente, estavamos em frente ao Carnnegie Hall, a famosa casa de espetáculos da Big Apple. E o show de Frank Sinatra anunciado para algumas horas. Entramos na fila para tentar comprar ingressos de algumas desistências. Tivemos sorte. Conseguimos três de desistentes. Foi como se esperava um grande show, com casa cheia.
Frank Sinatra, acompanhado de orquestra e 30 violinos. Depois do show, fomos jantar no restaurante The Russian Tea House, da rua 59 também, para tomar uma bela sopa russa e etc. Mas não pudemos ficar, porque estávamos sem gravata e paletó! Acabamos jantando no restaurante argentino da rua 46, a famosa região dos brasileiros.
E voltamos aos anos 1970 em Londrina, no Cine Ouro Verde: Frank Sinatra participava de filme como coadjuvante. Trabalhava para uma empresa (ou para o exército dos EUA) não me lembro bem, mas era "o dia de pagamento por lá". Sinatra veio correndo para contar aos seus colegas, e gritando "Pay day, Pay day". O Ouro Verde repleto com seus 1.500 lugares, foi uma risada só, durante mais de dois minutos. Tempos bons.

Ana Heloisa Kolarovicz é modelinho do Studio Desirée Soares, franquia de Cambé, que é de propriedade de Glacimeire Cardoso, que está preparando a formatura de seus alunos, o que acontecerá brevemente

Paulista da cidade de Tapiratiba, em 1915, onde viveu seus primeiros dez anos, dona Deolinda Almeida mora em Londrina desde 1969 e no próximo dia 6 de junho estará comemorando 100 anos de idade. Antes de vir para Londrina, ela morou também em Duartina e completou a maioridade na Água do Cerne, em Sertanópolis, onde casou-se em 1938. Hoje conta com 54 membros em sua "árvore familiar", incluindo um tataraneto que nasceu em março deste 2015. Seus filhos dedicam-se no preparo de uma grande festa para ela, aos parente e amigos, que acontecerá no dia 4 de junho. Perfeitamente lúcida, totalmente independente, mora sozinha e contabiliza sua longevidade ao trabalho, hábitos saudáveis de vida e muita fé religiosa

Os casais Luizinho Neme e Miriam Neme com Lenita Neme Arruda Leite e Weber de Arruda Leite, em recente evento social em Londrina
Marisol Chiesa, presidente do Conselho da Mulher Empresária da Acil, e toda a sua diretoria convidando para a festa em comemoração aos 30 anos de atividades do CME. Será no próximo dia 27, a partir das 11 horas, na Churrascaria Chimarrão Grill, na Avenida Portugal, 267. Os convites poderão ser retirados no posto Maranatha, da Higienópolis com Sergipe, e na loja Elizabeth Hill, da Rua Pará.

O protético e palestrante José Carlos Romanini e o renomado dentista e professor doutor Carlos Marcelo Archangelo, durante o curso de imersão em laminados cerâmicos odontológicos, que foi realizado e que ministraram no Hotel Bourbon, em Londrina, com a presença de 30 dentistas de todo o Brasil. As vagas do curso foram todas preenchidas
As mamães que são esposas de sócios da Arel, e também filhos e as avós, foram homenageadas no último dia 8, com o Happy Hour na sede social da agremiação, com animação musical de Wilmar & Cia, e a entrega de sacolas ecológicas com brindes para todas, saudando a data feliz. As fotos são da grande confraternização entre elas

Cristhiane e Mariana Liogi

Patricia e Pietra Ávila

Gisele Centenaro e Nalini Dolci

Maria , Ana Lúcia, Lorena e Ricardo Laffranchi
Herminio Betazza, assinante da FOLHA há anos, que reside na progressista e industrial Arapongas, escreve-nos contando que esteve viajando, dias atrás, por Santa Catarina, e ficou impressionado com as diferenças que existem entre o vizinho Estado e o Paraná. E informa que enquanto lá eles possuem melhores estradas, com 100 por cento duplicadas, os pedágios cobrados não chegam a dois reais, aqui para os paranaenses os pedágios são todos de aproximadamente 10 (dez) reais. E o que dizer dos combustíveis? Enquanto no Paraná, o preço da gasolina gira em torno de R$ 3,35, abasteci em posto com bandeira por R$2,99! E pergunta qual razão de tanta diferença? E deseja saber das autoridades por quais motivos!
"O interessante é que os discos voadores só aparecem nos céus de pequenos vilarejos ou em cima de propriedades rurais. Deveriam ter mais bom gosto e surgir em cima de Amsterdã, de Paris, de Estocolmo, de Nova York, de San Diego, de Miami ou de Londrina, por exemplo!" Ouvido no bem frequentado Luca Café, no Tower Fuganti. E Paulo Antunes me parou outro dia, no centro de Londrina, e perguntou quem são os donos dos postos de pedágios no Paraná? Disse-lhe que só o ex-governador Jaime Lerner é quem poderia responder, pois se trata de uma verdadeira "caixa de segredos". E ainda o Ouro Verde: a empresa de engenharia que reconstrói com grande carinho o Cine Teatro Ouro Verde, que hoje pertence à UEL, por doação, já financiou as obras em mais de 2 milhões e 500 mil reais do próprio bolso. E agora aguarda novas providências por parte do governo do Estado. "'Sofrência', título de música recente e palavra da moda entre o pessoal da noite, é a mesma dor de cotovelo, tão conhecida pela boemia e arredores. Como dizia Chacrinha, na vida pouco se cria e quase tudo se copia." Foi o que disseram durante café na pastelaria do restaurante Rodeio. Uma banda, durante festa em Curitiba, mudou a letra original de Tim Maia para "Agora vale tudo, agora vale dançar homem com homem e mulher com mulher!" E o pessoal mais jovem presente cantou junto.





