Roupas para o resto da vida
A Cori tem mais 43 anos de estrada e uma característica consolidada como símbolo de qualidade, bom gosto. Com uma proposta clássica e ao mesmo tempo inovadora criou, nos anos 50, um conceito brasileiro de prêt-à-porter.
Dificilmente haverá alguém que nunca tenha ouvido falar na grife. Foram eles que investiram em produções de calças femininas quando as mulheres ainda só usavam saias. Sempre pesquisaram. Mas parece que haviam se perdido em algum tempo. Talvez nos anos 80, quando os experimentalismos da moda atingiram um ponto um tanto díficil para a tradicional Cori.
A mulher da grife nunca vai ser roqueira, punk ou fatal. É uma mulher atual, mas sempre com um ar clássico. Em uma hierarquia social, é aristocrata. Trabalha, tem feeling, não se atira em qualquer modismo. E é isso que se vê hoje nas lojas Cori, uma roupa usável, para mulheres conscientes.
A nova coleção, apresentada na noite de quarta-feira, em Curitiba, traz a mesma proposta da Cori anos 50, roupas contemporâneas, com recurso tecnológico de tecidos e modelagens. Uma vantagem para quem compra. São roupas para o resto da vida.
Dentro da proposta da grife em convidar estilistas para desenvolver linhas especiais um grande acerto: o paulista Reinaldo Lourenço. Lourenço também não começou ontem. É um grande estilista, inovador em tecidos e sobretudo em modelagens. Um modelo Reinaldo Lourenço é eterno. Apesar de ter uma atitude extremamente moderna, ele sempre dá uma pitada clássica. Por isso suas peças são atemporais. Agora Lourenço ganhou também espaço fora do País. Já está produzindo suas peças para Europa e Estados Unidos.





