Profissional pode optar por escola ou academia
Até o final da década de 70 o professor de educação física era visto como aquela pessoa que se formava e ia trabalhar em colégios. Esta era a rotina. Dava aulas de basquete, vôlei, futsal, futebol ou atletismo. Mas isto mudou muito de lá pra cá. As novas tecnologias, o avanço da preparação física, a questão da estética e a qualidade de vida impulsionaram o mercado e um verdadeiro exército de professores atuam nas mais variadas formas de se trabalhar com o corpo.
Professor há 13 anos, Maurício José Rosa, 37, optou pela Licenciatura. ''Quando eu me formei, na UEL, o currículo era generalista e tinha esta opção'', diz. Sobre a metodologia de trabalho, Maurício observa que antes o curso era visto mais como a prática de esportes. ''Mas não é só isso. O professor parecia mais um técnico. Hoje, a educação física é tratada como uma área de conhecimento'', conta Maurício, que além de dar aulas na Escola Municipal Cláudia Rizzi, atua na Fundação de Esporte como supervisor do Projeto Furuto e é professor de vôlei na Unifil.
Ao contrário de Maurício, a recém-formada Annelys Del Ciel, 21, preferiu o bacharelado e trabalha em uma academia. ''Sempre me identifiquei com academia. Desde os 15 anos fazia dança. Depois que entrei na faculdade fiquei por três anos como estagiária em uma academia de musculação e depois de formada continuo neste ramo'', conta. (A.M.)





