Pão aos pobres
Santo Antonio não vive só de arranjar casamentos. A empresária Silvia Franchini Rezende, grávida de quatro meses, teve um princípio de aborto no dia 13 de junho, Dia de Santo Antonio, seu protetor. Orações, pedidos. Lucas nasceu alguns meses depois, forte, saudável, especial. Hoje, com 15 anos, Lucas vai com o pai, Fernando Rezende, e a avó, Zoraide Franchini, entregar pães em bairros periféricos de Maringá, em agradecimento. Todos os anos repetem o ritual. Silvia prometeu e cumpriu, durante anos, no dia 13 de junho, entregar a uma mãe carente um enxoval completo para o bebê que estava para nascer. A família já foi até Pádua, na Itália, agradecer ao Santo.
A história do pão é relativamente recente: data de 1890, quando uma devota francesa prometeu distribuir pães se conseguisse uma graça achar um objeto perdido, outra habilidade do santo. Desse dia em diante, ela e suas amigas não cessaram de rezar ao santo, pedindo pequenas coisas, com promessas de pão aos pobres. Daí o costume de se distribuir pão quando se realiza um pedido feito a Santo Antonio.





