Paixão correspondida
Mariana Ximenes sempre gostou de cinema, mas tem suas restrições. Ela prefere filmes que costumeiramente são chamados de off-hollywood e tem pouca paciência para produções americanas. No início deste ano, Mariana teve a chance de pular da poltrona para a tela. Em O Invasor, de Roberto Brant, o mesmo de O Matador , ela interpreta Marina, uma garota de classe média que se envolve com um matador de aluguel que mora numa favela. A Marina queria apresentar o mundo dela para ele e vice-versa, explica. A história se complica porque o sujeito foi quem matou os pais da garota.
Antes mesmo de O Invasor entrar em cartaz só deve estrear no ano que vem a atriz está no longa-metragem de estréia do diretor José Henrique Fonseca, O Homem do Ano. Dessa vez, ela vive Gabriela, uma ninfomaníaca drogada. Mas a primeira experiência de Mariana no cinema foi mesmo no ano passado. Ela fez uma rápida participação no filme Dias de Nietzsche em Turim, do diretor Júlio Bressane autor de Matou a Família e Foi ao Cinema. É uma experiência maravilhosa. Considero-me uma privilegiada, reconhece.





