A paixão assumida de Claudia Ohana pelo cinema atrapalhou o desenvolvimento de sua carreira inicial na tevê. Tanto que ela assume que só conseguiu entender as engrenagens do veículo a partir de "Vamp", de 1991. Na pele da sensual cantora/vampira Natasha, a atriz descobriu o poder de um personagem popular e o prazer em trabalhar no esquema industrial da televisão. "Fiz ‘Amor com Amor se Paga’ e ‘Rainha da Sucata’, mas parecia mais um cabelo ambulante do que qualquer outra coisa. Em ‘Vamp’, aprendi a me portar no estúdio e entendi que nem todas as cenas são maravilhosas. O legal da tevê é a possibilidade de ir acertando aos poucos", conta. (G.B.)

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